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segunda-feira, 28 de julho de 2008

[Paul Watzlawick] Quotes


“The belief that one's own view of reality is the only reality is the most dangerous of all delusions.”
Paul Watzlawick
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(Tr. Acreditar que a nossa visão da realidade é a única realidade é o mais perigoso de todos os delírios.”)

“Viagem ao Mundo da Droga”

“Viagem ao Mundo da Droga” a história de um toxicodependente, começando na diversão, passando pelo desespero do vício e acabando com a luta para sair dela.
Durante esta longa viagem pela droga o autor, Charles Duchaussois, descreve-nos um percurso de vagabundo, contrabandista e também vigarista, a fazer desse modo de vida o sustento, tanto para o seu vício, como para os amigos que sempre o acompanham, por isso mostrando o seu lado solidário e fiel às amizades. Mas também nunca deixando para trás o lado apaixonado que sempre o acompanhou, pois em cada lugar que fica encontra uma mulher que o fascina, uma paixão ...
Charles percorre vários países, seguindo as rotas da droga. Fá-lo como muitos jovens ocidentais que na loucura dos anos 60 procuravam o amor e o prazer livre. O autor descreve os locais por onde passa, as sensações, as emoções e as vivências que nos levam a viajar até lá, sem termos saído do nosso canto de leitura. Com o conhecimento adquirido podemos então andar por vários países, começando pela França, passando depois à Turquia, Afeganistão, Arábia Saudita, Índia e por fim ao Nepal. Mas principalmente o que este peregrino nos mostra é a variedade de culturas que pode existir e como o sentido de escrúpulos e indignação pode ser diferente, de país para país. Posso aqui descrever uma pequena história que Charles conta de forma muito emocionada, podendo até dizer-se que é o ponto mais chocante de todo o seu percurso retratado no livro. É a história de um pequeno rapaz indiano que vê a sua perna sã amputada pelo próprio pai, encontrando, assim, na deficiência do filho uma forma de fugir à miséria através da mendicidade. Esta história revela-nos como as diferentes sociedades podem aceitar factos que para outras seriam completamente inaceitáveis.

Realista, dramático, chocante, interessante, carismático, são palavras que melhor descrevem este livro, proporcionando um mergulho num mundo desconhecido para muitos.
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domingo, 27 de julho de 2008

D'Artacão e os Três Moscãoteiros

Pink Floyd


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Pink Floyd

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Best of ...
Mother
Hey You
Comfortably Numb

Feliz Aniversário!


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PARABÉNS
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Sandra Moitas!

Randy Pausch

Randy Pausch (23 Oct. 1960 - 25 Jul. 2008)

sábado, 26 de julho de 2008

Axe

"Maddie - A Verdade da Mentira"

Gonçalo Amaral, ex-inspector da PJ, inicialmente responsável pela investigação, acredita que a menina inglesa morreu no quarto e que os pais não estão isentos de culpa.

“Madeleine McCann morreu no apartamento 5ª do Ocean Club, na Vila da Luz, a 3 de Maio de 2007”, escreve Gonçalo Amaral, segundo os resultados obtidos pela equipa de investigação do caso até Outubro de 2007.
“Ocorreu uma simulação de rapto” e os pais, Kate e Gerry, “são suspeitos de envolvimento na ocultação do cadáver da sua filha”, acrescenta o ex-inspector da PJ.
O autor salienta que “a morte poderá ter sobrevindo em resultado de um trágico acidente” e que foram detectados “indícios de negligência na guarda e segurança dos filhos”.
Um facto é que “há um cadáver não localizado, constatação validada pelos cães ingleses (…) e corroborado pelos resultados laboratoriais preliminares”.

in JN

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Afinal, os jeans não são cinto de castidade ...

Dez anos depois de ter rejeitado uma condenação por violação, ao aceitar que seria impossível tirar as calças de ganga a uma mulher sem recurso à força, o Supremo Tribunal Italiano considerou, num outro caso, que os jeans não são um cinto de castidade.
“O facto de a rapariga usar jeans não foi um obstáculo” para o homem de Pádua (cujo nome não foi divulgado) abusar da jovem, determina a decisão do Supremo, a confirmar a condenação por abuso sexual de um homem que argumentou que os jeans da vítima impediram o ataque.
O Supremo Tribunal rejeitou um recurso apresentado por um homem de 37 anos, condenado por um tribunal de pequena instância por ter abusado sexualmente de uma adolescente. O homem alegou que teria sido impossível fazê-lo porque a alegada vítima estava sentada e usava jeans na altura. O tribunal vincou que os jeans “não eram um cinto de castidade”.
O mesmo tribunal causou escândalo, há uma década, ao rejeitar uma condenação por violação, afirmando ser impossível tirar à força os jeans de uma mulher caso ela resistisse.
O caso, que suscitou indignação geral da Direita à Esquerda do espectro político em Itália, envolveu um instrutor de uma escola de condução e uma jovem de 18 anos. O tribunal aceitara, em 1999, a defesa do réu de que é impossível tirar os jeans de alguém “sem a colaboração da pessoa que os usa” e que houve colaboração da mulher.
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in JN

Valor, Contexto & Arte

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Um homem entra na estação do metro, vestindo jeans, camisa e boné, encosta-se próximo da entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, na hora de ponta matinal. Durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelas pessoas que passavam.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a modesta quantia de 1000 dólares.
A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, telemóvel no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal norte americano The Washington Post era a de lançar um debate sobre “Valor, Contexto & Arte”.
Conclusão: Estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefacto de luxo sem etiqueta de marca.


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Thanks Martha!

Srebrenica

terça-feira, 22 de julho de 2008

APANHADO!!!

As fotos mostram como era Radovan Karadzic em 1996 e como ele se apresentava recentemente, antes de ser detido, na Segunda-feira (21/7) em Belgrado. Karadzic, antigo líder dos Sérvios da Bósnia, é acusado de ser o mandante das perseguições contra a comunidade muçulmana da Bósnia, nomeadamente do Massacre de Srebrenica, no qual oito mil pessoas foram mortas. Esta Terça-feira, a justiça Sérvia ordenou a extradição de Karadzic para ser julgado no Tribunal Penal Internacional, em Haia, mas a defesa do ex-líder dos sérvios-bósnios, fugido há 13 anos, tem três dias para recorrer da decisão.
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Sport Billy

Troca macabra ...

Militares israelitas prestam homenagem à memória dos dois companheiros de armas, cujos cadáveres foram, esta semana entregues a Israel pelos guerrilheiros do Hezbollah, em troca da libertação de cinco prisioneiros libaneses e da devolução dos restos mortais de muitos outros, mortos pelas tropas israelitas. Os soldados Ehud Goldwasser e Eldad Regev, cujos cadáveres foram finalmente entregues às famílias, tinham sido feitos prisioneiros pelo Hezbollah, em 2006, durante a última grande ofensiva de Israel sobre o Líbano.
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The Doors


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Best of ...
People are Strange

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Sem comentários ...

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A sogra ...

"Por qué no te callas?"

Polémica “Por qué no te callas?” fez história ...
Na sessão de encerramento da cimeira ibero-americana de Santiago do Chile, a 10 de Novembro de 2007, devia falar-se sobre “coesão social”. Mas ninguém se lembra do que foi dito sobre esse tema. O primeiro-ministro espanhol, José Luis Zapatero, tinha pedido a palavra para responder ao Presidente venezuelano, depois de este ter chamado fascista ao seu antecessor, José María Aznar. “Foi eleito pelos espanhóis e exijo...”, dizia, quando foi interrompido por Hugo Chávez: “Diga-lhe que respeite a dignidade do nosso povo.” As interrupções continuaram, apesar do microfone do líder venezuelano ter sido desligado, e o Rei Juan Carlos perdeu a paciência. Apontou o dedo a Chávez e proferiu o famoso “Por qué no te callas?”. Quando foi autorizado a responder, o líder venezuelano citou o “com a verdade, nem ofendo nem temo”, do herói da independência uruguaia José Gervásio Artigas. E acrescentou: “O Governo da Venezuela reserva-se o direito de responder a qualquer agressão, em qualquer lugar e em qualquer tom.”
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in DN

Maddie McCann: Processo Arquivado

O processo Maddie McCann foi arquivado.
Segundo o comunicado da Procuradoria-Geral da República, a falta de provas de que tenha sido cometido qualquer crime está na origem do arquivamento.
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in JN

Libertad y Paz!