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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

UNHATE | United Colors of Benetton

A popular marca de roupa italiana Benetton decidiu retirar imediatamente uma fotomontagem publicitária com o papa a beijar na boca o imã da mesquita al-Azhar do Cairo, após protestos do Vaticano e de católicos.
in JN

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Apaga a LUZ ...

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Qual a função do apóstrofo?

Para quem não se lembra, apóstrofo é aquele "risquinho" que serve para suprimir vogais entre duas palavras ...
Ex: caixa d'água
A pergunta foi:
Qual a função do apóstrofo?
E a resposta (imperdível) merece um troféu:

O dia em que aprendi o que é estar morto.


Hoje, estive morto. Senti que toda a vida se escapava pelo ar que, aflito e a custo, respirava, enquanto as lágrimas eram gritadas, louco no carro, os olhos à procura, à procura, à procura.
Morri, ali.
A minha filha deveria sair da Escola, na Parede, apanhar uma carrinha do ATL e eu ia buscá-la.
O que é que aconteceu? O cartão da escola, que supostamente controla as entradas e saídas dos alunos, valeu zero. Ela saiu, porque viu uma carrinha de ATL e entrou. Era o ATL errado. Ninguém lhe perguntou o nome, não houve uma chamada, nada. Ela entrou com uma colega e só após duas horas de aflição indizível, comigo à procura dela por todo o lado, é que o telefone tocou. De um "After School", a perguntar se eu era o pai de uma Mafalda Ribeiro, que eles tinham, aflita, a pedir para ligarem ao pai. Aliás foi ela que falou: "papá?"
Durante duas horas, morri. Percorri ruas de possíveis percursos, olhei para todas as sombras, parques infantis, supermercados, escola antiga, liguei para os pais de colegas dela, todos os absurdos e horrores passaram pela minha cabeça, chamei o seu nome, entre choro, em ruas e em todos os recantos da escola. Nada. Evaporou-se. Horrível. Uma tristeza, uma aflição, um horror que nunca mais vou esquecer. E quando o telefone tocou e era ela, aquela voz doce da minha princesa, minha vida, meu ar, meu sopro de vida, eu soube o que era renascer. E desfiz-me em lágrimas de novo, e dali até ao tal After School, que teve a minha filha à sua guarda por engano, até ela pedir para ligarem ao pai, levei um segundo e levei toda a vida. Obrigado meu Deus, obrigado! Estacionei às tês pancadas, voei em passo trocado de nervos, pela rua fora, Mafaldinha, Mafaldinha, Mafaldinha, cego de amor aflito, só há descanso e vida quando a abraçar e estiver tudo bem.
Quando a abracei, e ela, agarrada a mim, me disse, apenas: "Olá Papá" eu soube que tinha renascido. E ela também, coitadinha.
Como cartão de visita da nova escola, estou esclarecido. Tantas referências boas e afinal é isto: no primeiro dia, por maioria de razão, deveria existir um ainda mais rigoroso controlo de entradas e saídas, mas quando cheguei o portão estava escancarado, como deveria estar quando a Mafalda viu uma carrinha do ATL a chegar, estava na hora e ela saiu da escola e entrou na carrinha. Ninguém perguntou nada, ninguém fez nada.
E um ATL mete um grupo de crianças numa carrinha, não pergunta nomes, não verifica nada e só ao fim de duas horas é que, perante a aflição de uma criança de 10 anos a pedir para ligarem ao pai é que se acaba com este horror?
Quando penso na forma como desaparecem crianças, para sempre, todos os dias, penso que esses pais e filhos terão sentido isto, e muitos, mesmo sobrevivendo, morreram para sempre.
Eu tive a sorte de poder renascer.
E sei que, a partir de hoje, ganhei uma nova causa: fazer tudo o que estiver ao meu alcance para contribuir para uma Escola responsável, atenta, segura, onde os nossos filhos aprendem e podemos, enquanto pais, estar descansados.
Quando depois desta tarde de horror, fui buscar o pequeno Gonçalo ao colégio e ele me disse, comprometido, "Papá, parti os óculos a jogar à bola" eu disse para mim: que importância é que isso tem? Nenhuma, realmente, não tem nenhuma importância.
Não podia dizer-lhe que o pai hoje tinha aprendido o que é morrer, e tinha tido a bênção de poder nascer de novo.
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Fugir prà frente à moda de Madaíl

Receita. Pegue num incompetente. Depois de ele ser incompetente, elogie-o. Depois de elogiar o incompetente, despeça-o por uma razão qualquer (por dizer palavrões ou por se bronzear com lâmpadas ultravioletas, tanto dá). Até agora a receita é vulgar, de prato menor. A seguir é que vem a haute cuisine. Embarque para uma capital europeia, não sem antes apregoar: "Vou contratar o Ferran Adrià, o alquimista das cozinhas." Mas ele não está no El Bulli? Espante o povo: "Aí é que está: contrato-o só para fazer dois jantares!" Só para dois jantares? "Nem isso, ele não precisa de entrar na cozinha. Faz o menu por telefone." Sente-se com o Ferran Adrià por longas horas, para que a notícia do encontro se espalhe. Deixe que façam o refogado do acontecimento: diz-se que o sonho do Adrià era acabar a carreira, um dia, a fritar sardinhas, e se ele já disse que está disposto, porque não agora? Polvilhe com cepticismos: mas o real El Bulli deixa? mas tem lá jeito cozinhar à distância? mas quem perde tempo a fritar sardinhas quando tem cozinha molecular para tratar?... Saia do encontro com ar esperançoso e diga: "Alea jacta est", ou qualquer outra coisa que não se entenda. Espere que o El Bulli se pronuncie. E quando ele fizer um manguito desconstruído, ponha ar de quem fez tudo que estava ao seu alcance. Contrate o primeiro que lhe apareça, com toda a tranquilidade.
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Cuidado que eles irritam-se ...

A posição das autoridades americanas sobre a mesquita perto das Torres Gémeas tem sido a que deve ser. A liberdade religiosa (e, portanto, a da construção de lugares de culto) é um valor defendido na América. Ela não é a Arábia Saudita, não é de religião única - e ainda bem. Os construtores da mesquita naquele local é que deveriam ter o bom senso de a achar inoportuna. Afinal, milhares de pessoas acabaram de ser mortas em nome do islão, ali, no quarteirão vizinho (foi há nove anos, está na memória dos pais, irmãos e amigos). O imã que está na origem do projecto da mesquita, Feisal Abdul Rauf, homem moderado, deu ontem uma entrevista à cadeia televisiva americana ABC. Disse que cancelar a construção agora enviaria uma mensagem errada ao mundo muçulmano: "A minha maior preocupação com a mudança [do local] é que no mundo muçulmano as manchetes serão: 'Islão foi atacado nos Estados Unidos'." E acrescentou: "E isso também fortalecerá os radicais do mundo muçulmano, e os ajudará a recrutar militantes." O imã Rauf está certo, a não construção iria mesmo irritar os irritadiços. Portanto, vai mesmo ter de se construir, mesmo que a construção irrite também uns quantos. Mas esses não contam. Raramente vi do mundo actual tão boa definição como esta do moderado Rauf: há parte do mundo que espera que lhe passem a mão pelo pêlo e há o resto do mundo para ser refém e calar.
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sábado, 11 de setembro de 2010

9/11 - Not Forgotten|Not Forgiven

September 11th


“The hero is commonly the simplest and obscurest of men.”
Henry David Thoreau

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

A Ryanair a reinar connosco

Da primeira vez que andei de avião davam-nos um saquinho de viagem, comia-se bem e podia ler-se o jornal de braços estendidos. Mais tarde, um célebre filme (Emmanuelle) explicou que um avião podia proporcionar ainda outros prazeres. Mas eis que nos fazem aterrar na mais banal das realidades: "Nós demos cabo do mito de que viajar de avião era uma espécie de experiência sexual única. Não é. É só um meio de chegar do ponto A ao ponto B", diz Michael O'Leary, o patrão da Ryanair. Regularmente a Ryanair aparece nos noticiários com um destaque que as outras companhias de aviação só conseguem com grandes azares. Lembram-se, certamente, daquela ideia da Ryanair de fazer os passageiros pagar as idas à casa de banho. Há sempre coisas que descolam da cabecinha de O'Leary. Desta vez, ele tirou do seu cockpit mais do que uma ideia: o co-piloto. Segundo o Financial Times, a Ryanair pediu autorização para cortar o posto de co-piloto, que com os computadores se tornou "desnecessário". Deve ser uma experiência, talvez não sexual, mas única, os passageiros saberem que, a 10 mil pés, o solitário piloto sem substituto teve um ataque cardíaco. As autoridades, claro, já disseram que aviões comerciais só vão de A para B com X (piloto) e Y (co-piloto). Mas, mais uma vez, O'Leary transportou-nos para a convicção de que a Ryanair é a mais barata. E era só isso o que ele queria.
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Rol dos da raça de segunda

O cardeal Mazarin nasceu Giulio Mazarino, em Nápoles, e foi primeiro-ministro francês, de Luís XIV. Marie Skolodowska nasceu em Varsóvia, foi Nobel da Física duas vezes mas entretanto já era Madame Curie e francesa. Três tipos juntaram-se e fizeram três grandes filmes: Z, A Confissão e Estado de Sítio. O que escreveu as histórias nasceu em Madrid, Jorge Semprún, o que realizou nasceu em Atenas, Costa-Gravas, e o que deu cara nasceu numa aldeia italiana, Yves Montand. Três filmes franceses, três tipos franceses. Também Serge Reggiani, nascido italiano, Dalida, nascida no Cairo, e Moustaki, nascido em Alexandria, se tornaram cantores franceses. Johnny Halliday não conta, o pai é que era belga, Johnny nasceu em Paris, não entra neste rol de naturalizados (já a primeira mulher, Sylvie Vartan, nasceu búlgara). Belga de nascimento era Marguerite Yourcenar, a primeira mulher eleita para a Academia Francesa. Por escrever bem em francês, como Milan Kundera, que nasceu em Brno, na Moldávia. Todos franceses. Mas, atenção, de segunda. Esta semana, Sarkozy decidiu que há essa raça à parte: franceses a quem se pode tirar a nacionalidade porque não nasceram franceses. Como é que ele explica isso lá em casa à mulher, que nasceu italiana, e ao pai, que nasceu húngaro? Diga-se, entretanto, que Napoleão escapa: nasceu em Ajácio, três meses depois de a Córsega se tornar francesa. Uff...
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domingo, 5 de setembro de 2010

FREE HUGS Campaign

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Massacre de BESLAN

Massacre de BESLAN
No dia 1 de Setembro de 2004, terroristas armados fizeram reféns mais de 1200 adultos e crianças na Escola Número Um, na cidade russa de Beslan, na Ossétia do Norte.
No terceiro dia do conflito ocorreu troca de tiros entre os sequestradores e forças de segurança russas. De acordo com dados oficiais, 344 civis foram mortos, inclusive 186 crianças, e centenas foram feridos.
Foi há 6 anos!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Despedimento por SMS

As funcionárias da fábrica de calçado Pinhosil, que durante as férias foram despedidas por mensagem de telemóvel, acusam os patrões de fazerem "gato-sapato" do pessoal e dizem-se chocadas com a atitude dos donos da fábrica, eles próprios ex-operários.
"A partir de segunda-feira, a empresa vai fechar. Vão receber a carta para o desemprego". Foi esta a mensagem enviada quinta-feira passada aos 18 trabalhadores da empresa, sem qualquer assinatura e a partir de um número de telemóvel desconhecido.
(...)
Paula Moreira está mais serena, mas não aguenta as lágrimas. "Fiquei desesperada", admite. "Não sei o que vai ser da minha vida, porque tenho três filhos e o meu marido também está sem ganhar há muito tempo".
O que mais chocou Paula foi, no entanto, a "insensibilidade" dos proprietários da Pinhosil ao optarem por uma mensagem escrita: "Eram meus colegas antes de serem meus patrões e nunca esperei isto deles. Fiquei muito desiludida e muito triste. Não sei como vai ser quando passar por eles na rua".

(...)
in JN

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

El Nacional|CENSURADO

O diário venezuelano El Nacional publicou hoje dois espaços em branco com a palavra "censurado", nos quais poderiam estar duas fotos, na capa da edição impressa, em protesto contra a "censura".
Um tribunal de Caracas decidiu proibir os meios impressos do país de publicarem, durante um mês, imagens sobre violência.
A acompanhar os espaços em branco, à maneira de legenda, lê-se: "se aqui houvesse uma foto, você veria um pai chorando por um filho que já não tem" e "se aqui houvesse outra imagem você veria dirigentes políticos exigindo do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas dados sobre o que não se pode publicar".
(...)
in DN Globo

terça-feira, 6 de julho de 2010

Estátua da Liberdade ‘humana’ (1918)

Denominada Human Statue of Liberty, a foto mostra 18 mil homens preparando-se para a guerra num campo de treino em Camp Dodge, no Iowa, Estados Unidos, em 1918.

Dados da Foto
Base de Ombro: 150 metros
Braço Direito: 340 metros
Parte mais larga do braço segurando tocha: 12-1/2 pés
Polegar direito: 35 metros
Parte mais espessa do corpo: 29 pés
Mão esquerda comprimento: 30 pés
Face: 60 pés
Nariz: 21 pés
Longest Spike pedaço de cabeça: 70 pés
Tocha e chama combinado: 980 metros
Número de homens na chama da tocha: 12.000
Número de homens na tocha: 2.800
Número de homens no braço direito: 1.200
Número de homens no corpo, cabeça e equilíbrio da figura apenas: 2.000

Total de homens: 18 000

Thanks Martha!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Gerês|Men Running on Water

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Antigos inimigos da Guerra Fria celebram em conjunto vitória sobre Alemanha nazi

Militares americanos, britânicos, franceses e polacos participaram ontem, pela primeira vez, ao lado de cerca de dez mil soldados russos no desfile na Praça Vermelha, em Moscovo, que assinala a vitória de 1945 sobre a Alemanha nazi.
Presidida pelos líderes russos, Dmitri Medvedev e Vladimir Putin, que se encontravam acompanhados pelo Presidentes chinês, Hu Jintao, e israelita, Shimon Peres, e pela primeira-ministra alemã Angela Merkel, entre outros dirigentes, a parada prolongou-se por quase hora e meia, dividida em duas partes. Uma primeira, de carácter histórico, em que desfilaram os tanques soviéticos T-34 e militares com os uniformes da época da II Guerra Mundial. Seguiu-se a passagem dos mais modernos equipamentos russos, entre mísseis intercontinentais Topol-M, sistemas tácticos Iskan- der-M e de defesa antiaérea Pantsir-S, aviões de combate MiG-29 e Su-27.
Mais de três mil veteranos da II Guerra Mundial, russos e estrangeiros, participaram nas cerimónias, durante as quais Medvedev salientou o facto do conflito ter "transformado a Rússia numa nação poderosa." Uma nação que "não alcançou tão somente uma vitoria militar", obteve também "uma vitória moral". O Presidente russo sublinhou, por outro lado, a importância da cooperação internacional para evitar novos conflitos armados. Medvedev evocou a presença das forças ocidentais como prova da "solidariedade" e dos "valores humanos comuns", factores indispensáveis ao "desenvolvimento do mundo contemporâneo".

in DN

domingo, 9 de maio de 2010

Karol Wojtyla|Joseph Ratzinger

A poucas horas da primeira Visita Oficial a Portugal, depois de ter sido eleito pelo seus pares como PAPA BENTO XVI, Joseph Ratzinger carrega consigo o peso do legado do seu antecessor - karol wojtyla mais conhecido como PAPA João Paulo II -
Ainda me lembro da primeira Visita Oficial de João Paulo II em 1982 – um mar de gente acolheu e acompanhou Sua Santidade … foi LINDO!
MAS como diz John Lennon “Let’s Give ‘the new Pope' a Chance”

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Queima das Fitas 2010

MAIO é, por excelência, o mês da 'Semana Académica', 'Enterro da Gata', 'Queima das Fitas', ...
Por falar em 'Queima das Fitas', esta é a 1ª da minha sobrinha RITA
Have FUN!
Quando penso na 'Semana Académica' da UTAD, penso logo na GRANDE …
Ivete Sangalo

segunda-feira, 26 de abril de 2010

In memory of .. Vicky Harrison

Vicky Harrison estudou som e imagem e tinha o sonho de ser produtora de televisão. Inicialmente foi sobre essa área que incidiu a sua procura de emprego. À medida que o tempo foi passando alargou o âmbito da pesquisa, até ser candidata a empregada de balcão, de mesa, repositora em cadeias de supermercados. Mas a reposta foi sempre negativa. Duzentas recusas e dois anos depois, a jovem britânica, de 21 anos, pegou em várias caixas de comprimidos e suicidou-se por overdose.
A tragédia aconteceu há um mês mas só agora a família parece ter encontrado coragem para tornar o caso público nos media. Os pais e o namorado, a quem deixou bilhetes de despedida, pretendem criar uma fundação que ajude os jovens a lidar com as dificuldades do mercado de trabalho. Numa altura em que as eleições legislativas britânicas estão à porta e o desemprego atinge dois milhões e meio de jovens no Reino Unido, os críticos do Labour, no poder, acusam as suas políticas de estarem a "criar uma geração perdida". Os mais radicais culpam a abertura que existe face aos imigrantes, que fazem o mesmo trabalho que os cidadãos britânicos, mas por salários relativamente mais baixos.
“A Vicky era uma rapariga brilhante e inteligente que entrou em depressão por não conseguir encontrar trabalho. Estar no desemprego durante tanto tempo, parecia-lhe demasiado humilhante”, disse a mãe, Louise, de 43 anos, citada pelos media britânicos.
“Teve tantas recusas que a sua confiança ficou afectada. Ela sentia que não tinha futuro”, afirmou o pai, Tony, de 53 anos, ao jornal local Lancashire Telegraph.
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in DN