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sábado, 3 de outubro de 2009

Expresso escreve que entrou na rede informática do governo

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O semanário Expresso afirma hoje em manchete que conseguiu entrar na rede informática do governo. "O Expresso entrou na rede informática de São Bento, mas a de Belém mostrou-se inviolável", destacou o semanário. O governo nega esta versão, destacando que "não se verificou qualquer intrusão na Rede Informática do governo", "que se encontra fortemente protegida de acessos externos pela Internet, estando os respectivos equipamentos informáticos sujeitos a rigorosos níveis de segurança e avançados instrumentos de protecção". Ouça o trabalho da jornalista Paula Veran.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Gato Fedorento esmiúça a declaração de Cavaco

Escutá-lo não vale a pena

Foi uma declaração que evoca desertos por atacado, porque um só não chegaria. A uns foi buscar as ideias e a outros, a tanta areia que nos atirou aos olhos. Sobre a primeira questão: fazer uma declaração quer dizer falar, e falar quer dizer fazer-se entender. A declaração de Cavaco Silva, de ontem, é nada. É filha desse linguajar de assessores e que é, no essencial, um insulto aos cidadãos, a quem os políticos devem, e raros cumprem, uma língua tersa, clara. Sobre a segunda questão: se ele não disse nada, sugeriu muito. Cavaco Silva manipula quando não refere as peças fundamentais e iniciadoras deste assunto: as duas manchetes do Público, a 18 e 19 de Agosto, que lançaram as suspeitas da Presidência sobre o Governo. A lacuna não é ingénua, porque essas manchetes demonstram quem teve a iniciativa do escândalo. E o que dizer sobre o "fiquei a saber" - ontem acontecido a Cavaco, nas palavras do próprio - que os computadores de Belém são vulneráveis? O mais piedoso que há para dizer é que ele quis mesmo empurrar-nos para as suas suspeitas - manipular-nos, pois. Porque a outra hipótese, ele desconhecer, até ontem, que todos os computadores (de Belém à Casa Branca) são vulneráveis, essa hipótese é insultuosa para o Presidente de Portugal.

in DN - Ferreira Fernandes

domingo, 27 de setembro de 2009

Legislativas '09

O voto não é obrigatório, é um dever cívico.
E democracia não é: "Não preciso votar."
Democracia é: "Posso escolher quem governa o meu País!"

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Portugal '09

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Esmiúça os Sufrágios|Joana Amaral Dias

domingo, 20 de setembro de 2009

Plantel mais caro em Portugal?

FCP? Não.
SCP? Não.
SLB? Não.
Plantel mais caro em Portugal?
(ver imagem)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Quero ir para Portugal!!!

Uma comitiva do Parlamento Europeu, a convite de Sócrates e da sua Ministra Lurdinhas, visita uma escola modelo no nosso país maravilha. Numa sala do 1º Ciclo cheia de jornalistas a "ensaiada" professora, com ambição a uma futura boa colocação, pergunta aos alunos:
- Onde temos a melhor escola?

- Aqui em Portugal. - Respondem todos.
- Onde temos o Magalhães, o melhor portátil do mundo?
- Em Portugal. - Respondem.
- E onde há os melhores recreios da Europa?
- Aqui em Portugal. - Respondem mais uma vez.
- E onde existem as melhores cantinas, que servem as melhores sobremesas?
- Na nossa Escola, aqui em Portugal!
A professora ainda insaciada, continua:

- Onde é que vivem as crianças mais felizes do mundo?
- Em Portugal! - Respondem os alunos com a lição bem estudada.
Os tradutores lá iam informando a comitiva estrangeira que abanava a cabeça, cépticos.

Nisto uma aluna no fundo da sala começa a chorar baixinho.
Com as televisões em directo, Sócrates, para impressionar convidados e jornalistas, pondo-se a jeito para as câmaras, resolve acudir à menina perguntando-lhe:
- Que tens minha menina?
Resposta imediata da menina, soluçando:
- QUERO IR PARA PORTUGAL!!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Gato Fedorento|Esmiúça os Sufrágios

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Jardim para os críticos: "Fuck them"

Farto das perguntas sobre o facto de Manuela Ferreira Leite ter usado um carro do Estado em campanha eleitoral na Madeira, Alberto João Jardim fez uso do inglês para insultar os críticos:
“Fuck them”,
disse o líder madeirense aos jornalistas.
Manuela Ferreira Leite acompanhou Jardim em acções de campanha na ilha da Madeira. Ambos utilizaram a viatura oficial da Presidência do Governo Regional nas deslocações para um almoço com dirigentes locais do PSD e, mais tarde, para o aeroporto, onde Ferreira Leite tomou o avião de regresso ao Continente.

in JN

Legislativas 2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Confiança no Rumo

Quando as Eleições Autárquicas se aproximam, gosto de apreciar os “outdoors” dos candidatos - uns pela positiva outros pela negativa - este caso em especial é pela positiva.
Macedo Vieira é, uma vez mais, candidato à Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e com esta postura e com a segurança que evidencia tem mais probabilidades de vencer do que os seus colegas (políticos) que se candidatam às Eleições Legislativas.
A Póvoa de Varzim é o meu destino de férias desde que me conheço, como tal, posso asseverar que desde que Macedo Vieira foi eleito Presidente da Câmara, a Póvoa de Varzim ganhou o “glamour” que lhe faltava. Se eu fosse “poveira”, o meu voto ia com certeza para Macedo Vieira!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Passos Coelho diz que não tem razões para estar desiludido ...

Pedro Passos Coelho afirmou, esta terça-feira, não estar desiludido com o seu partido e remeteu qualquer comentário sobre as listas de candidatos a deputados para o final da reunião do Conselho Nacional, que promete ser "quente".
(...)
«Estou no PSD há muitos anos, sou quase fundador do PSD. Não vejo nenhuma razão para estar desiludido com o meu partido. Pelo contrário, espero que o meu partido consiga, apesar de todas as vicissitudes, encontrar o caminho que o país precisa, que é de um Governo novo, mais aberto à sociedade. Espero que o PSD seja o motor da mudança que o país precisa», disse.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Isaltino Morais condenado a 7 anos de prisão

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Isaltino Morais foi hoje condenado a 7 anos de prisão e perda acessória de mandato por fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais.
O presidente da Câmara de Oeiras, foi condenado ainda ao pagamento de uma indemnização de 463 mil euros à Administração Fiscal. Os restantes quatro arguidos - Fernando Trigo, Floripes Almeida, João Algarvio e Mateus Marques - foram absolvidos.
No final da audiência o advogado do autarca, Rui Ferreira, apresentou de imediato o recurso da decisão tendo declarado aos jornalistas que “esta condenação foi muito exagerada”.
Todos os pormenores com a repórter Célia de Sousa.

Campanha com boa música

Joana Amaral Dias nasceu em Luanda, de onde escrevo. Acabo de saber que o PS lhe mandou uma carta em papel perfumado. Com letra bonita, ele disse que ela tinha um sorriso luminoso tão triste e gaiato. Mas a essa carta ela disse que não. O PS tipografou um cartão: Por ti sofre o meu coração. Nos cantos pôs sim e não. E ela o canto do não dobrou. O PS mandou-lhe um recado pela Zefa do Sete, pedindo, rogando. Mas ela disse que não. O PS pediu à Avó Chica, quimbanda de fama, que fizesse um feitiço. E o feitiço falhou. O PS prometeu-lhe um colar, deu doces. E ela disse que não... Na verdade, eu não sei bem se o pedido e a insistência do PS foram mesmo assim, mas foi assim que Joana Amaral Dias os badalou. Quando o PS, triste, foi ao baile do São Janurio, ela lá estava num canto a rir, contando o seu caso às moças mais lindas do Bairro Operário. Não sei, repito, se tudo se passou assim. Mas gosto de uma campanha eleitoral cantada por Sérgio Godinho e, sobretudo, com letra do luandense Viriato da Cruz (O Namoro, também conhecido como Aí, Benjamim). E outra coisa: no fim (noutra campanha?), ela disse que sim.
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sábado, 1 de agosto de 2009

Cavaco Silva pede reflexão aos políticos

O presidente da República não quis assumir que se trata de uma vitória pessoal, mas congratulou-se com a declaração de inconstitucionalidade do Estatuto dos Açores e aproveitou para pedir aos políticos uma "reflexão séria".
Prevaleceu "o superior interesse nacional". Foi com estas palavras, proferidas no Funchal, onde está a acompanhar a visita dos reis de Espanha à Madeira, que Cavaco Silva que se congratulou pela decisão do Tribunal Constitucional (TC) de declarar inconstitucionais normas do Estatuto Político Administrativo dos Açores, que foi obrigado a promulgar, após dois vetos.
"Como presidente da República sempre tenho pautado a minha actuação defendendo o superior interesse nacional e, por isso, congratulo-me com a decisão do TC". Mas a estas palavras, o chefe de Estado juntou algumas farpas políticas que têm como destinatário óbvio os deputados em geral e os socialistas açorianos, em particular. Começou por dizer que há "um facto que deve merecer a nossa reflexão e com o qual também nos devemos surpreender". Depois, citado pela Lusa, explicou: "Até agora mais de uma dezena e meia de normas do Estatuto Político-Administrativo dos Açores foram declaradas inconstitucionais, uma lei que tinha sido aprovada por larga maioria quer no Parlamento açoriano, quer na Assembleia da República. Como é que isso foi possível?"
Cavaco foi ainda mais directo quando, ao comentar críticas ao TC, aconselhou quem não respeita aquela instituição a fazer "uma reflexão séria".

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in JN

terça-feira, 28 de julho de 2009

Francisco Louçã = Diácono Remédios


José Miguel Júdice não vê qualquer problema caso o PS tenha convidado Joana Amaral Dias a integrar as listas às legislativas.
José Miguel Júdice compara o líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, a Diácono Remédios. O antigo bastonário da Ordem dos Advogados considera que o Bloco tem uma falsa moral ao acusar o PS de tráfico de influências por causa de um alegado convite a Joana Amaral Dias para integrar as listas às legislativas por Coimbra – convite já desmentido por José Sócrates. José Miguel Júdice não encontra quaisquer problemas no alegado convite, tratar-se-ia apenas de estratégia política. Em afirmações ao programa Conselho Superior da Antena 1, o antigo bastonário da Ordem dos Advogados sublinha ainda que o secretário-geral do PS nunca poderia admitir que o convite tinha sido feito, mesmo que sendo verdade, por estar refém da lógica bloquista.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Feliz 70º Aniversário!

Sua Excelência o Sr. Presidente da República Portuguesa completa hoje 70 anos. PARABÉNS!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Cavaco VETA ...

O Presidente da República vetou hoje a nova lei do financiamento dos partidos, apontando "várias objecções de fundo" ao diploma, como o "aumento substancial do financiamento pecuniário não titulado" ou a possibilidade dos partidos obterem lucros nas campanhas.
"São várias as objecções de fundo que suscitam as soluções normativas contidas no diploma em causa", lê-se numa nota divulgada na página da Internet da Presidência da República.
Entre essas "objecções de fundo", Cavaco Silva aponta o "aumento substancial do financiamento pecuniário não titulado dos partidos políticos e das receitas provenientes de iniciativas de angariação de fundos, da possibilidade de os partidos obterem lucros nas campanhas eleitorais ou do aumento do limite das despesas de campanha na segunda volta das eleições para o Presidente da República".

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in DN

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Bloco Central morreu ...

Ontem, houve um resultado definitivo. Sim, o PS perdeu mas pode recuperar nas eleições caseiras. Sim, o PSD ganhou mas falta-lhe ganhar o que conta, em casa.
Nem a derrota do PS nem a vitória do PSD são aquele resultado a que se pode chamar definitivo. Definitiva - e essa foi a grande conclusão da noite de ontem - foi a morte do Bloco Central. Lobo Xavier (alma do CDS para lá das tricas do quotidiano) já fazia, ontem, as contas para Outono: somava PSD e CDS. À esquerda, ninguém ainda ousou acrescentar um parceiro ao PS mas esse vai ser o debate das próximas semanas, sendo o BE, mais dinâmico, o candidato provável a co-piloto. Essa requalificação das forças para as legislativas acabou por ser a única função das nossas eleições europeias, o que é pouco. A enorme ausência de voto dos eleitores portugueses respondeu adequadamente à ignorância que os candidatos portugueses votaram a Europa. Como todos os novos-ricos, gostamos de desperdiçar: tratamos as europeias como meras primárias. Atendendo o que a Europa é e manda, é ver curto. Muito curto.

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