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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Europeias: JOANE reconhece filho da terra

in RTP

domingo, 7 de junho de 2009

Europeias: Nuno Melo está "tranquilo" ...

O cabeça-de-lista do CDS/PP às eleições europeias, Nuno Melo, votou hoje na Vila de Joane, concelho de Famalicão, quando faltavam poucos minutos para as 12h00.
O candidato disse estar “tranquilo” e revelou que vai aproveitar para “almoçar e passar parte do dia com a família.”
“Será um
dia perfeitamente normal e como estou na minha terra vou estar com a minha família”, contou já depois de ter votado numa das mesas de voto insaladas no antigo liceu de Joane. O deputado explicou depois, durante a tarde, viajará até Lisboa onde vai “aguardar serenamente” o resultado destas eleições europeias.

Voto com tradição na Hungria

Quatro mulheres vestidas com trajes tradicionais húngaros votam para o Parlamento Europeu na cidade de Veresegyhaza, 30km a Este de Budapeste.
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sábado, 30 de maio de 2009

Novo ditado popular ...

“Quem tem boca vaia Sócrates.”

terça-feira, 24 de março de 2009

BE reformula anúncio da Antena1 ...

Não, não é nenhum “déjà vu”. O polémico anúncio da Antena 1 – retirado da emissão na semana passada por atentar contra as manifestações – está outra vez a ser emitido, mas num outro contexto. O Bloco de Esquerda decidiu aproveitar o spot original, mas dando-lhe uma nova mensagem: apelar à participação de todos os portugueses na manifestação do 1º de Maio.
As palavras do condutor que aparecia no anúncio original são as mesmas, mas as da jornalista que com ele contracenava foram gravadas de novo, para dar um sentido oposto ao conteúdo. Desta vez Rui não vai chegar atrasado ao trabalho por causa de uma manifestação contra ele e contra os que querem chegar a horas. Foi despedido e não precisa de voltar mais à empresa, que se mudou para a Eslováquia.
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segunda-feira, 9 de março de 2009

C... P... L... (Crónica Para Lamentar)

Nunca houve tantos três pontinhos juntos nos jornais portugueses como esta semana. Os três pontinhos são um sinal gráfico que foi inventado por um génio do marketing, só pode. Com três sinaizinhos apenas se escrevem as reticências, dos sinais pequenos o que mais chama a atenção. Podem estar no meio do texto ou escondidas na frase mas é como se fossem impressas com luzinhas de acender e apagar.
O que o deputado José Eduardo Martins disse ao deputado Afonso Candal não veio, com ou sem reticências, na transcrição oficial dos debates parlamentares. Mas os jornais - citando o que os próprios ouvidos apanharam no registo televisivo - garantem que foi dito aquilo que escreveram assim: “Vai para o c...” Já não garantindo, mas citando o testemunho de outros deputados, os jornais escrevem que também foi dito: “Filho da p...”
(...)

sábado, 6 de dezembro de 2008

A Avaliação na Escola de S. Bento ...

Havia, pois, uma possibilidade de o PS ter ficado ferido nesta história da avaliação dos professores. No Parlamento, o CDS apresentou um projecto que propunha a suspensão da avaliação. Como se esperava que poderia haver alguns deputados socialistas que não alinhariam com o seu próprio partido (e, de facto, houve: seis que votaram a favor do adversário, uma que se absteve e 13 que faltaram), compreende-se que a oposição se tenha preparado para a votação: “A bancada foi toda mobilizada”, disse dos seus Paulo Rangel, chefe dos deputados do PSD. Porém, a moção da oposição perdeu. E lá se gorou uma oportunidade de se beliscar o Governo... E que sucedeu, o que foi? 30 em 75 deputados (40%, um quinhão enorme!) do PSD faltaram ao rebate. Cito Rangel, outra vez: “A bancada foi mobilizada. Depois, cada um assume a sua responsabilidade.” Está aí o busílis: a auto-avaliação não funciona. E o que fez a líder do PSD, o que foi? Chamou Paulo Rangel para lhe pedir explicações. Isto é, fez exactamente aquilo que é preciso nas escolas: pedir explicações aos directores quando os professores não funcionam.

Suspensão rejeitada por um triz ...

Ministra da Educação foi "salva" por trinta faltosos do PSD
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A
contagem nominal revelou que, se não tivessem faltado trinta deputados do PSD, teria sido aprovada a suspensão da avaliação. Manuela Ferreira Leite não gostou e avisou que a situação não pode tornar a repetir-se.
“A ministra podia ter caído hoje”.
A frase ouviu-se, ontem, nos corredores do Palácio de S. Bento e espelha o sentimento misto de euforia e desilusão existente na Oposição, em particular no CDS-PP. É que, se na bancada social-democrata não tivessem faltado trinta deputados, teria havido condições para obrigar o Governo a suspender o modelo de avaliação dos professores. Era a manutenção de Maria de Lurdes Rodrigues no Ministério que seria posta em causa.
As contas foram feitas na hora da votação do projecto de resolução do CDS-PP, que previa a “suspensão e simplificação da avaliação” dos professores.
Depois da votação do diploma, a favor do qual tinham votado seis deputados do PS, os democratas-cristãos pediram a contagem nominal dos votos. Percebeu-se, então, que 101 dos deputados socialistas votaram contra o diploma e 80 a favor, de toda a Oposição. Só o PSD tem 75 eleitos, mas só 45 estavam no hemiciclo. Na bancada socialista, faltaram treze; no CDS-PP, dois e um entrou na sala com atraso; no PCP e nos Verdes, um em cada; e no BE, estiveram todos presentes.
(...)
O caso chegou rapidamente aso ouvidos da líder. Manuela Ferreira Leite revelou à Rádio Renascença (RR) que queria saber o que se passou. E anunciou que iria reunir-se com o líder parlamentar, Paulo Rangel.
“Em qualquer circunstância não é nunca admissível que os deputados faltem àquilo que são as suas responsabilidades e, como considero isso inadmissível, quis saber exactamente o que se passou, quem são os deputados que se ausentaram quando não se poderiam ter ausentado”, afirmou a presidente dos sociais-democratas em entrevista emitida ontem pela RR.

(...)
in JN

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Francisco Sá Carneiro

Francisco Sá Carneiro (1934-1980)
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Vinte e oito anos depois, recordamos os trágicos acontecimentos que vitimaram Francisco Sá Carneiro, Snu Abecassis, Adelino e Maria Manuel Amaro da Costa, António Patrício Gouveia, Jorge Albuquerque e Alfredo de Sousa.
Já muito se disse e escreveu sobre o tema, na defesa das teses de atentado e/ou de acidente, com maior ou menor coerência. Parece que ainda não foi suficiente para tornar a escolha clara e definitiva. Relembro aqui um debate promovido pelo Artur Albarran há já alguns anos, onde foram reveladas as radiografias dos pés de um dos pilotos. As imagens mostravam múltiplos fragmentos rádio-opacos (metálicos?) distribuídos na zona do calcâneo (calcanhar) de um dos pés, de um dos pilotos com um padrão muito sugestivo de explosão. Segundo a mesma fonte, a análise química forense das amostras colhidas referia a presença de vestígios de material explosivo...
Um outro relatório citado referia a ausência de fracturas nos cadáveres o que, segundo a ciência forense, é altamente sugestivo de uma ausência de consciência antes da queda do aparelho, por síncope ou por morte...
Na altura, não existiam ainda os recursos técnicos de hoje, mas os dois elementos probatórios anteriores já eram sólidos para a época ...
Só por curiosidade, será que Portugal estaria muito diferente se Francisco Sá Carneiro não tivesse morrido naquele fatídico dia?